| CNPJ | EMPRESA | ENDEREÇO |
| 60208493000181 | EMBRAER EMPRESA BRASILEIRA DE AERONAUTICA S A | AVENIDA BRIGADEIRO FARIA LI |
| 33592510037074 | VALE S.A. | LOC SERRA DOS CARAJAS |
| 27251974000102 | ARCELORMITTAL TUBARAO COMERCIAL S.A. | ESTRADA DO COMPLEXO SIDERUR |
| 59104422010384 | VOLKSWAGEN DO BRASIL INDUSTRIA DE VEICULOS AUTOMOTORES | RUA ANTONIO SINGER |
| 01472720000201 | MOTOROLA INDUSTRIAL LTDA | SP 340 |
| 59275792000826 | GENERAL MOTORS DO BRASIL LTDA | AVENIDA GENERAL MOTORS |
| 33000167014323 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | RODOVIA BA 523 |
| 33000167060350 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | RUA ALBERT SCHWEITZER |
| 47067525000108 | LOUIS DREYFUS COMMODITIES BRASIL S.A. | AVENIDA BRIGADEIRO FARIA LI |
| 33592510016409 | VALE S.A. | AREA SERRA DO ESMERIL |
| 42157511000161 | ARACRUZ CELULOSE SA | RODOVIA ARACRUZ X BARRA DO |
| 05053020000306 | ALBRAS ALUMINIO BRASILEIRO S/A | RODOVIA PA 483, KM 21 |
| 33000167100750 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | AVENIDA ELIAS AGOSTINHO |
| 03470727000120 | FORD MOTOR COMPANY BRASIL LTDA | AVENIDA DO TABOAO |
| 33592510022042 | VALE S.A. | AVENIDA DANTE MICHELINI 550 |
| 33417445000120 | MINERACOES BRASILEIRAS REUNIDAS S A MBR | AVENIDA DE LIGACAO |
| 61649810000168 | ASUCOCITRICO CUTRALE LTD | AVENIDA PADRE JOSE DE ANCHI |
| 33067745003908 | ERICSSON TELECOMUNICACOES S A. | RUA AMBROSIO MOLINA |
| 16628281000676 | SAMARCO MINERACAO S.A. | SETOR PONTA DE UBU |
| 60498706000157 | CARGILL AGRICOLA S A | AVENIDA MORUMBI |
| 33078320000113 | FERTECO MINERACAO S A | RUA RODRIGO SILVA |
| 42278796001080 | CELULOSE NIPO BRASILEIRA S A CENIBRA | RODOVIA BR 381 KM 172 |
jueves, 30 de noviembre de 2017
PRINCIPALES EXPORTADORAS DE BRASIL 2016 - PRIMERAS ( I ) COM FATURACAO SUPERIOR A 100 MILHOES DE DOLARES AMERICANOS
JUNTAS COMERCIAIS E CREACION DE EMPRESAS - REDESIM - REDE NACIONAL PARA SIMPLIFICACION DEL REGISTRO DE EMPRESAS
Marcos Pereira anuncia metas para redução de prazos de registro empresarial em 2018
Criado: Quarta, 29 de Novembro de 2017, 19h37 | Publicado: Quarta, 29 de Novembro de 2017, 19h37 | Última atualização em Quarta, 29 de Novembro de 2017, 19h41
Ministro participou de encontro de representantes das Juntas Comerciais brasileiras. Evento marcou aniversário da Redesim, que simplifica abertura e baixa de empresas em todo o país
Maceió (29 de novembro) – O registro de empresas em até cinco dias já é realidade em pelo menos 22 capitais brasileiras. Em todo o país, 2.161 municípios estão integrados em alguma etapa do processo de abertura, alteração e fechamento de empresas, graças à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que completa 10 anos no próximo dia 3 de dezembro.
Durante evento que celebrou os avanços da lei que criou a Redesim (11.598/07), o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, disse que a meta para 2018 é chegar a 2,5 mil municípios integrados à rede e reduzir nacionalmente o prazo de abertura de empresas para até cinco dias.
"Com este grande esforço, de revisão dos processos e da estrutura dos órgãos envolvidos, além da eliminação de exigências e de procedimentos, estamos perseguindo uma meta fundamental para o crescimento do nosso país: a da desburocratização", declarou.
O ministro e o secretário Especial da Micro e Pequena Empresa (SMPE), José Ricardo Veiga, se reuniram com os presidentes das Juntas Comerciais de todo o país, hoje, para a abertura da 37ª edição do Encontro Nacional de Juntas Comerciais (ENAJ), em Maceió (AL).
"O trabalho da Redesim, agora, é interiorizar. Vamos trabalhar fortemente para sensibilizar gestores locais e municipais. Exerceremos o papel estratégico de padronizar documentos, informações exigidas, nomenclaturas e protocolos", detalhou o secretário. "Tenho certeza de que consolidaremos a Redesim. Acredito que o desenvolvimento econômico é uma política social efetiva", acrescentou José Ricardo.
A Redesim integra todos os processos, simplifica procedimentos e reduz a burocracia ao mínimo necessário. Com ela, órgãos e entidades federais, estaduais e municipais concedem, de forma integrada, o registro, as inscrições e as licenças necessárias ao exercício das atividades econômicas de forma totalmente online. A Redesim é implantada em cada estado por um gestor local, representado pelas Juntas Comerciais.
O processo de abertura de empresas no Brasil, antes da integração levava até 180 dias. Os órgãos federais, estaduais e municipais não eram integrados, gerando duplicidade de exigências, fazendo com que o cidadão tivesse que lidar com procedimentos e normas diferentes em diversos órgaos.
Metas para 2018
Entre as propostas de novos avanços à Redesim é que todos esses serviços fiquem disponíveis em um único site na internet. Atualmente, as 27 Unidades da Federação utilizam os próprios portais. Assim, o grande desafio é criar uma única janela, o Portal do Empreendedor, o acesso para a abertura e legalização de empresas e negócios de todo o país.
“Este será um grande avanço para o ambiente de negócios do País. Antes o empresário enfrentava uma verdadeira via crúcis, ao passar por diversos órgãos e preencher formulários muito semelhantes em cada um deles até ter o negócio devidamente legalizado”, explicou o ministro.
Outra meta é reduzir a interação do empreendedor com o sistema, diminuindo etapas. Além disso, o governo quer alcançar 90% de integração nacional no próximo ano. “Esta é uma agenda de redução de custos, morosidade e insegurança para o processo de formalização de empresas. Não podemos falar em atração de novos investimentos para o país se não tivermos condições de dar suporte mínimo aos empreendedores”, afirma o ministro Marcos Pereira.
Exemplo nacional
Alagoas foi escolhido para sediar o ENAJ porque é referência quando o assunto é o funcionamento da Redesim. Nos 102 municípios do estado e na capital Maceió, a abertura, a alteração e o fechamento de empresas ocorre em um processo único com integração de 100% dos órgãos federal, estadual e municipais no Portal Facilita Alagoas. Assim, o registro de empresas no estado é feito de um dia para o outro.
Em outros diversos estados e cidades, houve, na última década, aumento considerável do nível de integração, permitindo a milhares de cidadãos empreendedores brasileiros, ganhos de custo e de tempo. A rede já conta com 26 secretarias estaduais de Fazenda emitindo a Inscrição Estadual de forma integrada. Há ainda 25 secretarias de Finanças de capitais emitindo a inscrição municipal de forma integrada. No que se refere aos processos de licenciamento, a Redesim integra 21 Corpos de Bombeiros, 21 Vigilâncias Sanitárias e 17 órgãos do Meio Ambiente, emitindo a licenças de baixo risco de forma online.
Refis para micro e pequenas empresas
Pela manhã, o ministro Marcos Pereira participou de encontro promovido pela Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Aos parlamentares, o ministro disse que apoiará a extensão do refinanciamento de dívidas aos pequenos empresários, proposta em tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta prevê a ampliação para até 180 meses do prazo para pagamento parcelado.
O programa de parcelamento recém sancionado pelo governo federal não contemplou micro e pequenas empresas optantes pelo Simples. O instrumento utilizado no último Refis foi projeto de lei, que não tem competência legal para regular tributos de estados e municípios, caso do Simples, que abarca tributos das três esferas de governo. Por isso o assunto volta a ser tratado nos Projetos de Lei Complementar 341/17 e 171/15.
lunes, 6 de noviembre de 2017
EXPORTACIONES BRASILEÑAS DE 183,4 MILLARDOS E IMPORTACIONES DE 125 MILLARDOS DE DOLARES
Superávit brasileiro chega a US$ 58,477 bilhões entre janeiro e outubro deste ano
Criado: Quarta, 01 de Novembro de 2017, 18h07 | Publicado: Quarta, 01 de Novembro de 2017, 18h07 | Última atualização em Quarta, 01 de Novembro de 2017, 18h13
MDIC prevê que saldo ficará entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano
Brasília (1º de novembro) – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou nesta quarta-feira o resultado da balança comercial nos dez primeiros meses do ano. Entre janeiro e outubro, as exportações somaram US$ 183,481 bilhões e as importações US$ 125 bilhões, números que resultaram em um superávit comercial recorde de US$ 58,477 bilhões. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio à Exportação do MDIC, Herlon Brandão, a expectativa é fechar o ano com um saldo entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões.
O resultado de janeiro a outubro foi puxado, entre outros fatores, pelo crescimento nas exportações em 20%, na comparação com o mesmo período de 2016. Subiram tanto as quantidades comercializadas no mercado externo quanto os preços dos produtos.
“Praticamente igualamos o volume exportado em todo o ano de 2016, com um crescimento de US$ 30 bilhões em relação ao período de janeiro a outubro de 2016”, afirmou Herlon Brandão. “Destaco também o crescimento de 7,3% no volume exportado, motivado pela safra recorde de grãos, aumento de exportações de soja, minério de ferro, milho, celulose, açúcar. Também houve desempenho positivo nas vendas de carnes”, avaliou.
Também houve crescimento no comércio de produtos industrializados acima de 50%, com embarques de produtos siderúrgicos, máquinas e equipamentos para terraplanagem. As vendas de automóveis subiram 52,4%. “Há um aumento generalizado das exportações aliado a um aumento das importações”, explica Herlon.
Os dados do período revelam que, para alguns setores, o mês de outubro foi decisivo. É o caso do comércio de frango in natura, que neste mês interrompeu uma trajetória de saldo negativo nas exportações. Com uma alta de 15,5% nos embarques, em outubro, o produto agora acumula saldo positivo de 0,3% para todo o período. O mesmo ocorreu com os embarques de milho e açúcar em bruto.
Importações
As importações nos primeiros 10 meses tiveram resultado positivo de 9,1% em relação ao mesmo período anterior. Ao todo, somaram US$ 125 bilhões, com aumento significativo em combustíveis e lubrificantes (38,6%), bens intermediários (11,1%) e bens de consumo (6,1%).
No período, caíram as compras de bens de capital (-15,5%). Porém, na avaliação do mês de outubro, isolado, verificou-se que este já é o terceiro mês consecutivo em que há aumento nas importações de bens de capital, o que não ocorria desde 2013. Trata-se, portanto, de uma reação positiva que sinaliza aquecimento da atividade econômica brasileira, segundo Brandão. “Isso significa investimento e está em linha com outros indicadores econômicos, como o de crescimento da atividade industrial”, apontou.
Outubro
No mês de outubro, as empresas brasileiras exportaram US$ 18,877 bilhões, valor 31,1% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado. Já em relação a setembro de 2017, houve retração de 3,7%, considerando-se o desempenho médio diário.
As importações, no mês, foram de US$ 13,676 bilhões. Na comparação com outubro do ano passado foi registrado aumento de 14,5%, porém, retração de 3,4% sobre setembro de 2017, também pela média diária.
O saldo comercial do mês ficou em US$ 5,201 bilhões. De acordo com a série histórica, iniciada em 1989, este foi o maior superávit registrado em meses de outubro. Na comparação com outubro do ano passado, o crescimento foi de 122,5%. “Importante ressaltar que este foi o nono mês consecutivo com registro de superávit recordes”, destacou
viernes, 13 de octubre de 2017
SUPERAVIT COMERCIAL DE BRASIL AL CIERRE DE SEPTIEMBRE 2017 _ SUPERÁVIT COMERCIAL DE 53,3 MILLARDOS DE DOLARES
Brasília (2 de outubro) – A balança comercial apresentou em setembro superávit de US$ 5,2 bilhões, o que representa saldo comercial recorde pelo oitavo mês consecutivo. Os resultados das exportações e importações, no período, que tiveram crescimento de 24% e 18%, respectivamente, são os maiores para meses de setembro dos últimos três anos.
Com isso, o acumulado do ano é o maior superávit da série histórica, iniciada em 1989, chegando a US$ 53,3 bilhões. O saldo é recorde tanto para os primeiros noves meses do ano quanto para os anos fechados. O maior superávit anterior para o período havia sido registrado em 2016.
Os recordes sucessivos durante o ano de 2017 devem provocar uma revisão nas projeções para o ano, segundo o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto. A estimativa de encerrar o ano com superávit de US$ 60 bilhões, segundo ele, deve ser elevada.
“Temos um superávit com crescimento tanto das exportações quanto das importações. Pelas exportações, verificamos crescimento não só do valor, mas também das quantidades exportadas, em todas as categorias de produtos, além de aumento no número de empresas exportadoras”, observou Abrão.
Setembro
O nono mês do ano teve US$ 18,7 bilhões em exportações, com destaque para o recorde de embarques de soja em grãos, 178% superior ao mês anterior, com um total de US$ 1,6 bilhão. O período também apresentou grandes volumes de vendas de milho em grão, automóveis de passageiros, máquinas para terraplanagem, motores e turbinas para aviação, entre outros produtos.
As importações no período também tiveram números inéditos. Pelo décimo mês consecutivo, as compras internacionais registraram aumento, o que não ocorria desde janeiro de 2012. É a maior taxa de crescimento desde 2015. “Este é um indicativo positivo de recuperação da economia. Confirmaremos essa tendência nos próximos meses, mas é fato que a média diária de importações vem apresentando crescimentos nos três últimos trimestres”, avaliou o secretário.
Acumulado
No acumulado de janeiro-setembro de 2017, as exportações apresentaram valor de US$ 164 bilhões, um crescimento de 18,7%, pela média diária, em relação ao mesmo período de 2016. O crescimento expressivo foi verificado nas três categorias de produtos. No período, houve avanço expressivo nas vendas de petróleo em bruto (88,5%), semimanufaturados de ferro e aço (51,4%) e óleos combustíveis (101%).
Já as importações somaram US$ 111,325 bilhões, 8,5% acima, pela média diária, sobre o mesmo período anterior. Também houve crescimento de combustíveis e lubrificantes (35,3%), bens intermediários (11,4%) e bens de consumo (5,7%), enquanto que caíram as compras de bens de capital (-18,6%).
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
(61) 2027-7190 e 2027-7198
miércoles, 4 de octubre de 2017
AVALIACAO DOS CENARIOS ECONOMICOS PARA A VENEZUELA
Expertos evaluaron escenario económico en Venezuela
Fuente: GV
Ante una nutrida concurrencia que se hizo presente en las instalaciones de la Quinta Esmeralda en Caracas, la Cámara Venezolano Americana de Comercio e Industria (Venamcham) celebró el seminario: “¿Cómo presupuestar en el 2018? Panorama gerencial venezolano”.
Germán Toro, presidente de Venamcham, dio la bienvenida a los asistentes y expresó los motivos para organizar el seminario: “El dinamismo de la economía venezolana hace que tengamos que analizar el entorno, plantear escenarios posibles y estar preparados. Por ello, ante el dilema de las empresas de cómo presupuestar, planificamos este evento con un panel de expertos que cubre todas las áreas que hemos considerado relevantes para tal fin”.
La agenda de ponencias inició con el tema: “Perspectivas de consumo y mercado en Venezuela”, a cargo de Alexander Cabrera, director de negocios de las operaciones de consumo y medios para Nielsen Venezuela. “Debemos entender que hay una nueva realidad en el consumo, que hay una pérdida en el poder adquisitivo del consumidor venezolano y que en ese contexto, el empresario debe entender al consumidor y ayudar a que pueda comprar sus productos. Luego de revisar el mercado de nuestro país, observamos que todavía existen oportunidades de crecimiento, de apostar por Venezuela”, señaló Cabrera.
Sary Levy, miembro de la Junta Directiva de la Academia Nacional de Ciencias Económicas en Venezuela y profesora titular en la UCV, en su charla “Panorama de cómo presupuestar en el 2018”, ofreció un conjunto de recomendaciones que deben seguir los gerentes de empresas, los departamentos de compras, ventas y finanzas en procesos con una alta inflación. “No importa el sector productivo en el cual estés inmerso, debes entender que tu negocio es financiero. Eso significa que todo ingreso que te llegue, tienes que aprovecharlo, reinvertirlo de manera inmediata. El dinero no lo puedes dejar estático porque su capacidad adquisitiva es muy volátil. Hoy en día si es verdad que el tiempo es oro”, dijo Levy.
El área educativa también tuvo su espacio, a través del rector de la Universidad Metropolitana, Benjamín Scharifker, quien conversó sobre el por qué hay que invertir en educación para el capital humano. “Es importante incorporar los ciclos de formación de las personas, dentro de los ciclos de producción de la empresa. Para tener productividad, eficiencia tienes que tener a un personal capacitado y comprometido. No solo debes ofrecer el elemento salarial, para que un trabajador se sienta lo suficientemente bien recompensado por su actuación. Hay que invertir en su formación, porque aumenta su valor como miembro de la organización. En este sentido, las interacciones que pueden surgir entre las empresas y las universidades son extraordinarias”, comentó Scharifker.
José Antonio Gil Yépez, director de Datanálisis tuvo bajo su responsabilidad la charla: “Perspectivas políticas ¿Cómo influye la nueva constituyente en las empresas?”, en el que abordó el aspecto político actual y cómo las empresas deben afrontarlo. “Sin lugar a dudas lo que acontece en el mundo político impacta en el ámbito empresarial. Por ello, es fundamental conocer lo que pasa en la actualidad y lo que puede ocurrir en el futuro. Las empresas deben seguir hacia adelante, estar preparadas y el manejo de información es clave para trazar estrategias”, aseveró Gil Yépez.
“Reconstrucción económica del país y la supervivencia de las empresas”, fue la ponencia desarrollada por José Manuel Puente, profesor titular del IESA. “Hay una serie de estrategias que las empresas están obligadas a seguir. En primer lugar, defender a tu recurso humano, el cual es tu capital más importante. Lo tienes que defender con ‘uñas y dientes’. Esos buenos trabajadores, esos excelentes gerentes, tienen que estar contigo, quedarse en la empresa y estar para cuando lleguen buenos negocios. En segundo término, el director de finanzas de tu empresa puede ser uno de los miembros de tu equipo más importante, porque obviamente las decisiones de inversión en términos de apalancarse en bolívares o dólares pueden ser definitivas para lo exitoso que sea el negocio. Tercero: aprovecha la oportunidad que tengas para exportar, competir internacionalmente, por más pequeño que sea lo que comercialices, representaría un ingreso en divisas extranjeras interesante para tus finanzas”, concluyó Puente.
lunes, 29 de agosto de 2016
miércoles, 27 de mayo de 2015
TAXAS MULTIPLAS DE CAMBIO - VENEZUELA 2015
.m. | Emen.- El establecimiento del control de cambio en 2003 generó casi de inmediato la curiosidad de la población y de las empresas de conocer tasas alternativas a la fijada por el gobierno nacional cada cierto tiempo.
En Venezuela existen al menos tres tasas que podrían llamarse paralelas que van desde cálculos económicos tradicionales hasta otras cuyo proceso no es tan claro.
* Dólar implícito. Es el que se obtiene de dividir la liquidez monetaria (todos los bolívares que circulan en un momento dado dentro de la economía) y las reservas internacionales (el respaldo de esos bolívares y la garantía de que se cumplirá con compromisos externos).
De acuerdo con los datos más recientes publicados por el Banco Central de Venezuela, la liquidez se ubica en Bs. 2,3 billones y las reservas internacionales en $17.670 millones, es decir que el dólar implícito se ubica en Bs. 132.
* Dólar Cúcuta o fronterizo. Este cálculo surge de la estrecha relación entre Venezuela y su frontera más activa que es la colombiana, específicamente en la población de Cúcuta. En esa urbe, las casas de cambio venden y compran bolívares y dólares. El cálculo se obtiene del cambio de bolívares a pesos y de estos a dólares.
Al día de hoy (lunes 25 de mayo) en Cúcuta por un bolívar se obtienen 6,70 pesos. Y un dólar cuesta 2.375 pesos. Es decir, que se necesitan 354,22 bolívares para adquirir un dólar. Estas operaciones suelen ser en efectivo.
* Dólar Today. La polémica página acusada por el gobierno de manipular la tasa de cambio, publica el dólar implícito y el Cúcuta y además uno que denominan Dólar Today, cuyo valor aseguran se basa en los datos de Cúcuta y le agregan un monto por motivo de “comisión aproximada del banco y casa de cambio para transferencias”.
Estas tres tasas conviven con las tres oficiales que son:
* Cencoex (llamada así por ser el Centro Nacional de Comercio Exterior) el organismo que autoriza divisas para alimentos y medicinas, que se ubica desde febrero 2013 en Bs. 6,30 por dólar.
* Sicad (Sistema Complementario de Administración de Divisas) también administrado por el Cencoex, pero a través de subastas a sectores económicos específicos. La última se realizó en octubre. La tasa resultante fue de Bs. 12 por dólar y es la que se toma en cuenta para compras por internet y viajes.
* Simadi (Sistema Marginal de Divisas): Es administrado por el Banco Central de Venezuela y consiste en la compra y venta de divisas en casas de cambio y banco sin límites tan estrictos como los dos a
En Venezuela existen al menos tres tasas que podrían llamarse paralelas que van desde cálculos económicos tradicionales hasta otras cuyo proceso no es tan claro.
* Dólar implícito. Es el que se obtiene de dividir la liquidez monetaria (todos los bolívares que circulan en un momento dado dentro de la economía) y las reservas internacionales (el respaldo de esos bolívares y la garantía de que se cumplirá con compromisos externos).
De acuerdo con los datos más recientes publicados por el Banco Central de Venezuela, la liquidez se ubica en Bs. 2,3 billones y las reservas internacionales en $17.670 millones, es decir que el dólar implícito se ubica en Bs. 132.
* Dólar Cúcuta o fronterizo. Este cálculo surge de la estrecha relación entre Venezuela y su frontera más activa que es la colombiana, específicamente en la población de Cúcuta. En esa urbe, las casas de cambio venden y compran bolívares y dólares. El cálculo se obtiene del cambio de bolívares a pesos y de estos a dólares.
Al día de hoy (lunes 25 de mayo) en Cúcuta por un bolívar se obtienen 6,70 pesos. Y un dólar cuesta 2.375 pesos. Es decir, que se necesitan 354,22 bolívares para adquirir un dólar. Estas operaciones suelen ser en efectivo.
* Dólar Today. La polémica página acusada por el gobierno de manipular la tasa de cambio, publica el dólar implícito y el Cúcuta y además uno que denominan Dólar Today, cuyo valor aseguran se basa en los datos de Cúcuta y le agregan un monto por motivo de “comisión aproximada del banco y casa de cambio para transferencias”.
Al día lunes 25 de mayo se ubica en Bs. 401,04 por dólar.
Estas tres tasas conviven con las tres oficiales que son:
* Cencoex (llamada así por ser el Centro Nacional de Comercio Exterior) el organismo que autoriza divisas para alimentos y medicinas, que se ubica desde febrero 2013 en Bs. 6,30 por dólar.
* Sicad (Sistema Complementario de Administración de Divisas) también administrado por el Cencoex, pero a través de subastas a sectores económicos específicos. La última se realizó en octubre. La tasa resultante fue de Bs. 12 por dólar y es la que se toma en cuenta para compras por internet y viajes.
* Simadi (Sistema Marginal de Divisas): Es administrado por el Banco Central de Venezuela y consiste en la compra y venta de divisas en casas de cambio y banco sin límites tan estrictos como los dos a
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